As cartas do António e da Paula

Tenho um casal amigo, com quem convivo há já dois anos, e que tem a felicidade de, por razões profissionais, passear por todo o nosso Portugal, e também pelas terras vizinhas de neustros hermanos. Tenho eu a felicidade de ser credor da sua amizade, muitas vezes intima e muito picante.

Quando a paragem do casal é em Lisboa tenho sempre a sorte de ser convidado para um menage á trois sempre gratificante e muito movimentado! O António é uma excelente pessoa e apesar de não assumido, bissexual. A Paula é uma jóia de pessoa e uma mulher particularmente bem-feita. Cabelos castanhos-claros, como os olhos, amendoados, cintura fina, rabiosque arrebitado e umas pernas fantásticas, ainda sem sinais de celulite ou pele de laranja, como é vulgar nas mulheres já entradas nos quarentas.


Como as visitas dos meus amigos só têm ocorridos de três em três meses, e como as saudades são muitas, o António, e às vezes a Paula enviam-me cartas magnificas, que me deixam sempre de “pau” espetado, e são essas cartas, ou parte delas que tenciono partilhar com os membros deste fórum, obtida a devida permissão dos seus autores, que muita piada acharam à sugestão. Assim aqui vai a última que recebi, datada de oito de Novembro último.

“Caro Paulo

Espero que estejas bem e que tenhas muitas saudades nossas, porque também nós estamos ansiosos pela próxima deslocação à Capital do Reino, tão mal que anda com esta crise, para nos revermos e divertirmos em conjunto.

Escrevo-te de Coimbra, essa terra de encantos, por onde adoramos passar. Já cá estamos há dois dias, numa pensão mesmo no coração da baixa, junto a Santa Cruz. É mesmo uma Cidade agradável, não muito pequena, mas também não demasiado grande, o ideal, pudesse eu escolher terra para viver e seria esta certamente.

Ontem, depois dos afazeres profissionais, jantamos num restaurante perto da Praça da República, local por onde deambulam estudantes com ar feliz e despreocupado, haja alguém que o faça hoje em dia… A Paula estava vestida com aquela saia preta por cima dos joelhos, essa dos folhos, lembraste? Eu percebia que a estudantada, (e não só masculina, imagina) olhava com ar guloso para as pernocas da minha mulherzinha.

Tu sabes o quanto excitado eu fico quando ela provoca esses olhares… Tínhamos deixado o carro numa rua pouco movimentada , junto a um beco sem saída, praticamente sem iluminação pública e a única luz vinha de uma janela com uma capa negra, que saída dela quase chagava ao pavimento empedrado do passeio. Por cima da porta de entrada uma placa em madeira com letras desbotadas, não percebi o nome completo, mas a primeira palavra era legível “República”.

De lá de dentro não vinha o som de uma viola ou vos lânguida de fadista, mas sim uma melodia roqueira bem conhecida. Ao chegar junto do carro, parado mesmo em frente, veio à janela um homem com uma garrafa de cerveja na mão e ficou a olhar para nós. Só lhe víamos a cara, e por ai dava para perceber ser novo, talvez vinte e dois anos, moreno e pelos vistos muito curioso porque não desviava os olhos de nós.

Troquei um olhar com a Paula, ela fez aquele sorriso malandro que conheces, e eu percebi que íamos ter festa. Quando lhe fui abrir a porta, ela pôs a mão dela sobre a minha e não a deixou que abrir. Antes enrolou os braços em volta do meu pescoço e espetou-me um chocho bem molhado enquanto olhava de soslaio para a janela iluminada. Tu sabes, amigo Paulo que quando ela quer uma coisa, quer com muita força e eu sabia que a noite ia “pegar fogo”.

A Paula fez-nos girar ao longo da lateral do carro, ate ficarmos na traseira, dum pulo saltou para cima da tampa da bagageira, sentando-se sobre ela e encaixando-me a mim entre as suas belas pernas. A saia subiu com o movimento das pernas, e não é que aquela safadinha não trazia cuecas… Quando, com a mão, explorei o seu rabiosque nem queria querer em tal ousadia da minha querida mulher.

-Safadinha heim… disse-lhe ao ouvido

– Tirei-as no quarto de banho do restaurante. Estou doida de tesão amor.

Sentimos um barulho de uma porta a abrir, rangendo sonoramente, não consegui ver logo de onde vinha, mas procurei o estudante da janela, e já lá não estava. Mas na rua, quase em frente a nós e encostado à parede um rapaz olhava para nós com um sorriso malandro. Era ele, tinha saído da janela e percebendo que havia ali qualquer coisa de… muito bom, veio espiar e tentar a sua sorte.

A Paula estava ofegante, sentada sobre a bagageira do carro apertava-me e senti-lhe o coração acelerado, o beijo era entrecortado com lambidelas na minha orelha, e soltava uns gemidos abafados. Nem imaginas com o tesão que estava eu ao senti-la assim, e ainda não tínhamos feito qualquer contacto sexual, mas a posição e a situação também me deixou doido.

O estudante não era nada atado, e apesar da voz lhe sair abafada lá meteu conversa:

-Olá boa noite. Parece estar calor por aqui hoje. Isso é que vai ai uns calores…

Não lhe respondemos, continuamos bem agarrados, mas a Paula colocou a perna sobre a chapa horizontal do porta bagagens, deixando-lhe ver todo aquele pernão, a saia já acabava na cintura e eu afastando-me uns centímetros deixei à mostra a ligeira penugem daquela ratinha sedosa e já muito húmida. O rapaz chegou-se mais ao carro e já estava a menos de um metro de nós quando a Paula deu um pulo para o chão e me puxou para o beco sem saída, onde mal se conseguia ver o chão que pisávamos.

-Não querem vir para a república? Ali está-se melhor. Disse o estudante agora com voz mais confiante.

-Não estás a gostar? Respondeu a Paula – Então cala-te e porta-te bem moço, não faças barulho.

A minha bela Paula encostou-me à parede, ficando ela na parte de fora, voltou a enroscar-se em mim e eu claro sabia bem o que fazer. Puxei-lhe a saia para cima deixando ao léu aquele rabiosque delicioso e redondinho, ela afastou-se um pouco de mim, o suficiente para abrindo a breguilha das minhas calças tirar o meu tesão para fora, já bem duro. O despachado estudante já tinha feito o mesmo a ele próprio e massajava um membro por sinal bem grande (A juventude de hoje em dia parece ter uns #%&%$#s maiores que os do nosso tempo Paulo, deve ser dos iogurtes rsrs).

-Chupa-me linda, disse o atrevido.

-Cala-te pá, disse ela, se queres ficas a ver e fazes o que eu te mando, está bem? Se não… Bem!

Sabes bem caro amigo como é a Paula, mandona… Adora comandar e dar ordens eheh. Mas o gajo lá percebeu que com ela tinha de ser assim e lá foi massajando o mastro dele todo contente com o espectáculo. Mas não ficamos por aqui Paulo, o melhor estava para vir, esta minha mulher tem uma lata…

Fazer sexo em pé não é de todo a melhor posição, mas Paula arranjou uma solução. Depois de enfiar o meu tesão na sua coninha, e para que ela pudesse entrar mais fundo, como ela gosta, alçou uma das pernas e disse ao estudante que quase se vinha com o espectáculo:

-Segura ai na minha perna, agarra-a para ele puder enfiar melhor, vai… isso assim, mais alto. Está bom. Estás a gostar de ver coisa linda?

O gajo estava também doido de tesão e fazia por encostar o seu membro à outra perna da minha Paula, roçando-a. O gajo era um ginasta com certeza, porque a dada altura, segurando a perna da Paula, curvava-se agora e ia lambendo as nádegas dela. Por sua vez ela ia ralhando com ele, mas sem nenhuma convicção, era um “que te mandou fazer isso” muito sumido e consentido que depois se transformou em “não pares seu doido, lambe mais, sim ai, mais mais…

Caro Paulo a situação estava tão boa, ias gostar de ver e de participar também, eu sei que sim e que pena não estares lá. Eu passados uns cinco minutos não aguentei mais e vim-me dentro da minha Paula, sabendo que a poucos centímetros do meu  tesão estava a boca daquele rapaz, que também já se tinha vindo abundantemente para o chão (que desperdício).

E claro que a minha linda mulherzinha teve um sem número de orgasmos sonoros, como tu bem conheces. Depois despedimo-nos do estudante recomendando-lhe que estude muito rsrs e nós lá fomos para a pensão, sem que antes de dormir déssemos outra bela kecabem apimentada pela situação que tínhamos vivido antes.

A Paula manda-te saudades e muitos beijos e diz que não há pila como a tua, bonita e trabalhadora, enfim… coisas de gajas rsrs.

Um grande abraço e dá notícias tuas

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