Como tudo começou…

Olá a todos, tenho 35 anos e gostava de partilhar convosco como tudo começou comigo.

Tudo começou à uns bons anos quando eu tinha 17 anos. Como era hábito todas as férias de verão ia passar umas temporadas para casa dos meus tios numa praia da nossa costa.
Os meus tios tinham uma única filha a Ana (nome ficticio) mais velha que eu 1 ano, eu e a Ana desde pequenos sempre tivemos uma relação muito próxima, ela era aquela priminha que muitos de nós tivemos e com quem tivemos as nossas primeiras experiências sexuais…
Isso fazia com que sempre que ela tinha um namorado eu sentisse um certo ciúme, isto apesar de à 2/3 anos já não se passar nada entre nós, e diga-se que ela era muito namoradeira e atrevida, eu sempre fui mais timido. A Ana é a tipica portuguesa, morena, baixinha, arredondada e com peito avantajado.

Num desses primeiros dias de férias e como o habitual acordei, os meus tios já¡ tinham saído para o trabalho (trabalhavam ambos numa cidade a 35km da praia), esperei que a minha prima acordasse, fizemos umas sandes e fomos para a praia.

Nesse dia, por volta das duas da tarde, aparece lá de surpresa na praia o Mário um amigo do meu tio das tainadas, um tipo já casado na casa dos 40 e com duas filhotas pequenas. Sabia que era um tipo animado, brincalhão, por vezes a roçar o limite, era do tipo de cumprimentar as mulheres dos amigos com um apalpãozito no rabo, chamar querida a todas e todos levavam na brincadeira porque era o Mário.
Mário aparece acompanhado com a filha mais velha, com uns 14 anitos, que vinha ter com uns amigos à praia, ele aproveitou e juntou-se a nós.

Entretanto fui ao banho, a minha prima e ele ficaram na cavaqueira entretidos, quando regressei a minha prima disse-me, olha fica aqui a tomar conta das coisas que eu vou fazer companhia ao Mário que ele vai comer qualquer coisa, tudo bem disse eu.
E lá fiquei, passado uma meia hora, deu-me uma vontade de ir à casa de banho, as sandes de atum estavam a fazer efeito, decidi ir a casa, disse à filha do Mário para olhar pelas nossas coisas e fui.

Ao chegar à porta de casa, notei que a chave não estava no vaso como de costume, bom já habituado fui à volta saltei o quintal do vizinho, saltei para o nosso e entrei pela porta de correr do quarto da minha prima, e começo a ouvir gemidos e um plac plac plac, eram gemidos da minha prima, andei na direcção da sala donde vinham os gemidos e vi a minha prima no sofá em pleno sexo caloroso com o Mário, ela na posição de dogging e ele dar-lhe por trás.
Fiquei sem saber o que fazer, a primeira reacção foi voltar para o corredor para não me verem, entretanto começo a ouvir o Mário a dizer: – “Ah! tão bom querida” repetidamente e expirar ar alto, a curiosidade voltou e voltei a espreitá-los, mas com receio de ser descoberto voltei a sair de casa e comecei a caminhar novamente em direcção à praia.
Pelo caminho senti um aperto no peito, um misto de ansiedade e prazer e sobretudo muita tesão. Fui a um café para ir à casa de banho, entretanto com aquilo tudo até a vontade me tinha passado, e aproveitei e bati uma das punhetas mais rápidas da minha história.

De volta à praia, deitei-me na toalha e só pensava no que tinha visto, e uma tesão que não parava (próprio da idade). Decidi então, que apesar de achar aquilo errado, um fulano muito mais velho e casado ter uma relação com a minha prima, nem queria imaginar os meus tios se soubessem. Bom decidi não dizer nada e aproveitar o que vi em beneficio próprio.
Quando chegaram, não disse nada agi normalmente.

À noite depois dos meus tios de deitarem eu e a Ana ficámos a ver um filme como de costume, foi então que aproveitei esse momento para lhe contar que os tinha apanhado.
Ela ficou de todas as cores, super nervosa e dizer-me para por favor não contar a ninguém, eu aclamei-a disse-lhe que nunca iria contar a ninguém (e nunca contei), mas disse-lhe que o meu segredo tinha condições:
1 – O Mário nunca poderia saber que eu sabia
2 – Que ela tinha de me satizfazer a mim também
3 – Por fim que tinha gostado de ver e que gostava que ela me posesse a par de tudo, inclusivé de ter oportunidade de os observar em acções futuras.

Ela com alguma relutância, aceitou.

e foi assim que descobri que gostava de ser cuckold…

Nota do autor:
Após os acontecimentos descritos em cima, a minha prima acabou por me confessar que era a terceira vez que estava com Mário e que gostava de homens mais velhos.


Contudo, o acordo que tinhamos feito não foi comprido, ela não se sentia confortável com a situação de continuar a relação com o Mário, com o meu conhecimento, e eu não tive a coragem de ir contra o que ela cria. Mas desfrutei nesse verão de muito sexo.
Após aquele verão a minha prima entrou para a faculdade e deixámos de ter contacto com frequencia. Hoje somos amigos, mas nunca mais falamos daquele verão.

Entretanto, tive outras aventuras que em breve contarei.

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