FANTASIAS NO HOTEL

Tinhamos em tempo visto um video que circulava pela internet e que basicamente constava de uma massagem “completa“ oferecida pelo marido à esposa aniversariante, o que na altura nos excitou muito, além de nunca mais nos ter saído da cabeça. Além disso “assaltava-me” a ideia de ver a minha mulher com outro homem.

Essa ideia, a cada dia que passava, mais me deixava excitado e, volvidos alguns meses, ainda mantínhamos o mesmo propósito e começamos a falar na possibilidade da sua concretização. Os horizontes alargaram-se e, em vez de ser só participante um convidado que iriamos escolher, decidimos que depois da “oferta” da massagem e, previsivelmente já algo excitados, deixaríamos que a ousadia se apoderasse de nós e partíssemos para uma noite de lúxuria embora ficasse sempre no meu horizonte a questão de ver o mais possível.

A cada dia que vagueavamos pela net encontrávamos ofertas e mais ofertas de gente “bem intencionada” mas nada nem ninguém nunca nos despertou interesse até ao dia em que do nada se surgiu uma conversa com um amigo com quem já à algum tempo mantinhamos contacto e, como se aproximava a data do seu aniversário endossou-se-lhe o convite. Explicámos o que era, para onde era e para o que era. Não demorou muito para que da parte dele levasse logo um carimbo de “ACEITO”…

Tratada a parte de arranjar o alojamente fomos pensando nos pormenores…na roupa, no calçado, nos extras para brincadeiras, desde a sequência de o ir buscar, até á hora de entrada e como entraríamos e, tínhamos também formuladas nas nossas cabeçinhas, algumas fantasias.

A cada dia que passava a nossa fantasia de que tanto falávamos e desejávamos estava mais perto de ser concretizada e, os dias que antecederam a nossa viagem antes de adormecermos divagávamos sobre ela e acabávamos por “brincar”.

É o dia “D”. Saímos do hotel já com tudo preparadinho. Não queríamos que falhasse nada e fomos à hora combinada apanhar o nosso “hóspede” que se tinha feito transportar de comboio de modo a que chegasse descansado. À hora marcada surgiu sorridente enquanto a meu lado e bem provocante, Maria tremia. Como a distância ainda era alguma até ao hotel, foram os dois sentados no banco traseiro onde ele lhe tecia elogios e lhe tocava prepositamente. Pelo retrovisor consguia ver que ela abria as pernas num convite atrevido, mas hesitações à parte e chegávamos ao parque da unidade hoteleira.

Ainda no hall do hotel, M ia elogiando a amiga. Mirava-a, de alto a baixo, ela estava elegantíssima. Fitava-a nos olhos. Via o desfilar das ancas dela, olhava bem para o seu rabo bem torneado que se revelava por debaixo do elegante vestido que trajava e que deixava transparecer a cor da sua carne e até se deixava adivinhar o que estaria usando por baixo daquele vestido solto e semi transparente, onde se percebia uma calcinha branca, tipo tanguinha e que estava sem sutiã deixando transparecer levemente o peito firme com bicos duros. Não estava frio para ter bicos duros, estaria excitada?

M adiantava o passo, e desta vez contemplava a sua estampa mesmo de frente para ela. Deteve-se um pouco a ver as instalações, enquanto nos adiantavamos para disfarçadamente não verem que vinhamos os três juntos…o que era impossível.

Fomos à frente e chegamos ao quarto do hotel na hora combinada. Entrámos e deixa porta ficou aberta e sem darmos conta ele já estava ao pé de nós. Ela estava nervosa…com um sorriso lindo, foi cumprimentada com um beijo no rosto e lá mandei entrar o convidado. Maria trajava aquele vestido que exibia um decote ousado e uma sandália finíssima, com um estilete dourado. Uma música de fundo relaxante naquele quarto deliciosamente perfumado e apenas com luz emanada por uma série de velas estratégicamente colocadas, convidava à luxúria. A banheira com sais. A enorme cama preparada com toalhas para a massagem. Uma mesinha de cortesia apresentava três copos, alguns aperitivos e uns frutos. Tinha sido tudo pensado ao pormenor.

Depois de uma visita guiada ao quarto M deu-lhe efusivamente os parabéns com umas beijocas bem repenicadas naquela carinha e desceu com calma as mãos para as suas coxas, afastando-te dela gradualmente para de seguida lhe dizer que lhe ia oferecer uma prenda. Abriu o fecho das calças e tirou para fora o seu “mais que tudo” e, surpresa das surpresas – ofereceu-lho embrulhadinho com um laço vermelho. Ela corou à primeira mas depois também não se fez rogada e avançou, desatou o laço, beijou-lhe a cabeça da gaita, deu-lhe umas chupadelas e beijou-lhe o rosto, agradecendo a “prenda”. A “coisa” prometia…

Sentamos na beira da cama e começamos a conversar. Não tínhamos muita intimidade pessoalmente mas, dávamo-nos incrivelmente bem nas nossas conversas e na nossa curta relação. Era pura química, acredito. Abrimos uma cerveja que tomamos enquanto falávamos sobre internet…estava na segunda bebida quando o assunto acabou de um minuto para o outro…

Ficamos-nos olhando por uns instantes até M colocar a mão no pescoço dela, e a puxar contra si e a beijar sofregamente…subiu um frio na minha barriga por mais um acto inesperado e ela correspondeu aquele beijo, aaahhh…mas que beijo…podia vê-los “comerem” as línguas um do outro e muita tesão no ar.

. Enquanto se beijavam, M desapertava-lhe o vestido, eu levantava-me e via as mãos dele que deslizavam por todo o corpo dela e apertavam levemente o seu peito, o seu rabo…ela já estava doida de tesão e ele com o pau duro que nem pedra. Podia vê-lo quase a rebentar com as calças.

Após aqueles beijos todos, o vestido caiu por ela abaixo e ele chupou os seus peitos como se tivesse com fome dela. Segurava-a bem com as duas mãos e chupava-os com uma loucura irrepreensível. Ela estava cada mais descontrolada. Mesmo por cima da roupa sentia a dureza dele. Empurrou-o para trás e desapertou-lhe as calças, baixou-lhe os boxers descobrindo-lhe o sexo que mostrava uma ereção enorme. Colou-se a ele mas mesmo assim eu podia ver pelo canto do olho que ela apertava aquele pau duro como se nunca tivesse visto uma coisa assim. Acariciava-o de forma tão intensa que fez com que ele suplicasse que parasse. Desceu até ao seu baixo ventre e ajoelhou-se diante dele. Colocou os seus lábios na extremidade do pénis dele e a sua língua víperina circundava aquele membro gulosamente. Ela chupava maravilhosamente, dava para ver nos olhos dele semi-cerrados, o prazer que ela lhe dava. Maria ia arrancando gemidos da boca de M que com as mãos segurava a sua cabeça.

Não suportando mais aquela “tortura” ele agarrou-a pela cintura e sentou-a em cima da secretária que estava ao lado deles. abriu-lhe as pernas e delicadamente deixou a sua mão que a acariciava como ela esperava. Ele podia sentir que o fio dental que ela usava estava todo molhado e despe-lho de uma só vez. Baixou-se e escancarou-lhe as pernas podendo ver que tinha a #%&%$# escorrendo. Maria estava cheia de tesão e ele não resistiu em chupá-la toda, bebendo daquela fonte aquele néctar que mais o incitava a possuí-la. Agora já ela introduzia os seus dedos naquela vagina que ardia de desejo e oferecia-os ao amigo para que os chupasse.

Eu, eu, eu até gaguejava a pensar. Delirava de tanto prazer que sentia pelo que via.

Aos poucos, M afogueado de tanto estar mergulhado no meio daquele mar de prazer, levantava-se e metia-lhe os dedos naquela vagina, que se abria cada vez mais para si e para o que se pudesse seguir…não resistiu edeu-lhe a provar o seu próprio mel.

Aproximei-me deles e M empurra-me a cabeça para o meio das pernas dela. Não me aguentei e lambi, suguei, afaguei e mordisquei tanto aquele ninho bem meu conhecido que até fiquei com falta de ar…

Peguei na mão de Maria e conduzia-a à cama. Toquei-lhe os lábios e beijei-a demoradamente até sentir que ela se contorcia. M lambia-lhe a rata de novo mas posicionava-se para lhe pôr o pau na boca. Afastei-me e deixei-os num delicioso 69. Maria gemia e o seu corpo debatia-se para não saltar da cama. Estava fora de si. Precisava urgentemente de apagar aquele fogo que a consumia.

Não passaram mais que cinco minutos e ela desesperadamente agarrou-se a ele, abriu bem os olhos e quase que gritou: “come-me agora”.

Desajeitadamente e trémula pegou-lho na gaita e ela própria o meteu dentro de si. Eu estava atónito com tanta tesão, tanto reboliço sexual.

Via agora aquele pau duro que desaparecia entre os labios avermelhados de Maria cada vez mais depressa. Ele levantou-se e virou-a pondo-a de quatro e penetrando-a com mais intensidade.

Juntei-me a eles e posicionei-me por debaixo de Maria e ajeitei-me para lhe lamber o grelinho que se encontrava bem saliente. Sentiu ali em baixo um calor abrasador e estava a levar por tabela com as estocadas que dava em Maria.

Não me incomodava mas saí um pouco dali e deixei que se metessem mais um no outro. Mas logo depois Maria vinha-se. Abandonava-se ao prazer e pedia-lhe mais e vinha-se de novo. Uma outra vez e com a voz a ficar rouca grita: “NÃO” … “venho-me outra vez” e manda-se para trás com a sair dela e a vir-se por todo o seu corpo.

Extasiada, aliviada daquela tensão sexual e transpirada estava Maria deitada na cama esfregando-se com todo aquele leite em si derramado. Ao mesmo tempo masturbava-se levemente enquanto ela me chamava para o pé de si. Eu já não cabia em mim de tanta excitação e ela abocanhava-me a gaita e então logo ela que mama como ninguém. Não durou tempo nenhum para que abundantemente me viesse e despejasse em cima dela uma descarga enorme.

Estava na altura do relax. Fomos os três tomar banho e enfiamo-nos juntos dentro da banheira cheia de água quente e cuidadosamente “temperada” com sais.

Depois de alguns momentos em absoluta discontração e repouso pusemo-nos debaixo de água que corria pelos nossos corpos que se confundiam. Ela beijava-me como nunca enquanto eu sintia que se baixava e se aprestava para lhe lamber o grelinho. Vendo aquilo, posicionei-me por detrás dela e, enquanto roçava o pau no seu traseiro abraçava-a e abria-lhe bem aquela gruta para que M lhe introduzisse a língua o mais fundo que podia. Ela arrepiou-se dos pés à cabeça. Já com água a saltar por todos os lados, saímos dali, enxugamo-nos e deitamo-nos em cima da cama. Maria adormeceu no meio de nós dois que nos aninhámos contra ela.

Estava a arrefecer e fui-me vestir para o wc que estava alagado. Ninguém estivera para limpar nem arrumar nada. Ia-me arranjando e limpando o que podia. Já mais aprumado saí para o quarto e…epá, parei a ver e até os meus olhos saltaram das órbitas, arregalados com o que presenciavam…Maria estava de cuzinho para o ar, toda nua deitada em cima da cama e M massajava-a deleitado. Os seus dedos tocavam-lhe, as suas mãos deslizavam por todo o corpo dela. A pele dela brilhava, o seu corpo estremecia, o seu rabinho movia-se para cima e para baixo. Que cenário mais erótico!!!

Era isso uma massagem erótica. Afinal o propósito inicial era partir de uma massagem para…para até onde nos levasse o desejo, a excitação e o prazer.

Continuei a olhar deliciando-me com o que via. As mãos dele tocavam agora o meio das pernas dela, depois trabalhavam as nádegas, fixando-se no anús que ele ia estimulando a entrada à medida que Maria se movia. Atrevia-se a alargar a entrada daquele orifício apetitoso e ela deixava-se levar. Aos poucos introduzia um dedinho maroto até estar totalmente metido. Voltava à massagem e aproximando-se do ouvido de Maria pede-lhe que se volte da barriga para cima e aproveitadinho como seu percebia que M era, beija-lhe levemente os lábios.

Recomeça o seu “trabalho” e quando chegou à zona das mamas deteve-se acariciando demoradamente os mamilos que entumesciam a olhos vistos, causando nela uma série de calafrios que a faziam contorcer-se um bocado … era uma das coisas que mais a excitavam …

A massagem estava a ter efeitos diversos em todos nós … eu já quase não me conseguia conter, tinha o pau em brasa. Ao passar por mim via que ele pingava…e Maria ardia de desejo, delirava com tesão. Agora ele já a “massajava” com o peito colado ao seu e as coisas tendiam a “descontrolarem-se”.

As mãos dele assumiam agora o comando das operações e tomavam conta daquela coninha. Eu via dedos a entar e sair dela, lábios a serem dilacerados pelos movimentos sábios daqueles dedos e aquela gruta que chamava por ele.

Subitamente olhou para mim e chamou-me. Agora abria ela aquela rata e convidava para que me deliciasse. Lambi e chupei, chupei e lambi até que ele lentamente me foi afastando e introduzindo o pénis. Estava com tanta tesão que me deixei ficar a lamber o grelinho dela enquanto ele a penetrava. Mas … e que delícia chupar a #%&%$# dela enquanto via o pénis dele a entrar e sair. Via aquele membro assolar-se da minha boca e M, não se fazendo rogado, deu-mo para chupar!!! Acedi a fazê-lo mas de pronto os deixei a sós. Não demorou muito que ele acelerasse o ritmo e a fizesse vir. Mas ele estava endiabrado, mandava-lho pela rata acima e ela vinha-se novamente.
Mais devagar e olhando para ela, pôde ver que sorria de prazer e foi fazendo com que ela mudasse de posição sempre sem o tirar.

M agora já mais encalorado vai saindo dela aos poucos e vai virando Maria de cuzinho para o ar começando a pincelar o seu pénis primeiro na sua coninha e depois apontando aquele magnífico buraquinho que era o seu anûs. Lentamente M foi colocando o seu pénis na entrada do cuzinho dela que, com a ajuda de um lubrificante, se ia rendendo e deixando entrar o” inimigo”. Passado algum tempo e depois de bem trabalhado … já estava todo lá dentro e começou em movimentos de vai-vem cada vez mais rápidos. E não é que Maria correspondia a cada estocada que recebia? Afastei-me e fiquei assistindo excitadíssimo, mas ao mesmo tempo incrédulo. Nunca me passara pela cabeça vê-la com outro homem a “comer-lhe” o cuzinho mas era real, ela estava sendo enrabada por outro. Continuei olhando e agora já me masturbava com toda aquela cena. Ele estava doido com a minha mulher que ali para ele se revelava. Ia-lhe dizendo “que cú…que coisa maravilhosa…onde andaste escondida tanto tempo?”. Agarrava-se cada vez mais a ela e estava completamente colado na sua traseira. De repente “não aguento mais” – gritou – soltando-se agora e despejando uma torrente de esperma no seu peito. Ela derreteu-se com o calor dos fluídos dele e agora era a minha vez. Aproximei-me e dei a gaita para que ela mamasse e foi de tal forma intensa aquela chupada que, com a tesão que eu tinha, não aguentei mais e vim-me na boca dela e acabei por derramar o restante nas suas mamas. Maria estava um pouco cansada e podia sentir aquele fogo que dominava as suas emoções mas mesmo assim não deixou que eu desperdiçasse mais uma gota. Voltou a abocanhar-me a gaita e esfregou-se com o esperma derramado em si.

Tomamos mais um banho e sentamo-nos para alimentar um pouco o corpo, pois o espírito já tinha sido alimentado. Abrimos champanhe e brindámos à memória daquela noite.

Enquanto petiscávamos Macariciava-a, levantava-lhe um robezito curtinho que ela vestira, via que ela estava sem cuecas e de novo reparava bem naquela rata linda e bem rapadinha. É claro que a comida foi esquecida e ele ajoelhou-se bem à frente dela passando as mãos naquele oásis quente e molhado. Depois de Maria me ter feito sinal, levantei-me e fui por trás dele, segurei-lhe a cabeça e empurrei-a para o meio das pernas dela. Ela segredava-me “era isso….ele lambe tão bem, hummmmm”. Ela abria as pernas, o mais que podia e ele apontava para mostrar como ela escorria. Eu enchia-me de tesão a ouvi-la gemer enquanto ele tinha a boca colada ao seu sexo. Vi o olhar dela e senti que se ia vir. Meti-lhe o pau na boca e ela, gulosa como é por piça, engolia-ma toda. Hummmm , ela vinha-se na boca dele e eu vim-me logo a seguir na boca dela, pois não conseguia suster mais o ímpeto que a tesão me estava a causar.

É claro, o nosso amigo estava ali duro que nem pedra pegou nela e deitou-a na cama. Beijaram-se arduamente, enquanto ele afagava o grelo e ela empurrava os seus dedos para dentro dela, cada vez com mais sofreguidão.

Agora assumia ela o comando das operações. Saiu debaixo dele e deitou-o … “saltando-lhe” literalmente para a “espinha”. Muito agitada pegou-lhe no martelo que mais parecia um prego espetado apressando-se a enfiá-lo por si adentro. Começou numa cavalgada desenfreada não demorando muito para atingir o orgasmo. Sem parar dá-lhe com mais força e mais uma vez se vinha – M nem queria acreditar naquele momento fenomenal. Ele mesmo debaixo dela começava agora a mover-se com mais agilidade e mais rapidamente. Os olhos deles estavam tresloucados de tanto prazer.

Acerquei-me de Maria e tentei penetrar o seu rabinho mas, vinha-se de novo e eu quase que me estatelava no chão. Não desisti dos meus intentos. Aos poucos avancei e fui procurando posição até achar o jeito e conseguir a penetração. Ela estava agora preenchida por dois homens que, tanto gozo, estavam a ter com ela. E aquele orifício tão apertado ainda me excitava mais. Íamos os dois dando naquela musa que se revelava cada vez mais. Compassadamente ela recebia aquelas investidas e bem entalada entre os dois, delirava e os orgasmos sucediam-se. Tive que tirá-lo e deixar-me vir nas costas dela. Que, ao sentir aquele líquido quente teve um arrepio que não passou despercebido a M. Maria era agora dona de uma vermelhidão escarlate, mantinha os olhos semi-cerrados e a boca torcida de gozo. A sua respiração estava ofegante como nunca. Respirava descompassadamente, gemia, esbracejava, mas mexia aquelas ancas de tal forma que ele dizia “pára, … pára, … pára, senão venho-me”. Aquilo foi a gota de água, ela ficou fora de si e dava agora violentas estocadas nele até que, deu um grito maior vindo-se e deixando-se cair para cima dele e rebolando na cama. Ele apressou-se a ir ter com ela e agarrá-la pois estava num estado de excitação sem retorno. Vendo aquele suceder de situações corri para ele e agarrei-me aquele #%&%$#, fazendo com que se viesse em cima dela. Ainda o conduzi à boca dela para que chupasse aquelas últimas gotas. Não a deixei chupar tudo e surpresa … chupei eu. Ele também surpreendido mas não se fazendo rogado puxava-me a cabeça para si para lhe fazer mais. Aquilo teve o condão de fazê-lo ter um mini orgasmo e a mim, de me entesar de novo de tal forma que Maria, não mo largava. Chupou-me até à exaustão e eu a ele.

Deixamo-nos cair um para cada lado e adormecemos profundamente.

Acordei com Maria agarrada a mim aos beijos. Pensei que estava a sonhar mas nada disso. M envolvia-lhe a cintura com os braços e levantava-lhe as nádegas. Eu deixava que as mãos percorressem o corpo dela até ao meio das pernas – estava toda molhada. Segredei-lhe bem dentro do ouvido “estás toda encharcada”, enquanto lhe mordiscava o lóbulo da orelha e ela se arrepiava toda. M estava a lamber-lhe a coisa toda. Derretiam-se um ao outro enquanto a mim já me ardia a gaita de tesão. Maria deixava ver os mamilos que se revelavam duros e reluziam enquanto eu os beijava. Maria desceu pelo corpo dele abaixo, beijando-o desde o rosto até ao pénis onde se deteve lambendo-lhe a glande com grande mestria. Pôs-se de pé ajeitando-se até o conseguir meter todo na boca. O nosso amigo não estava para “brincadeiras” para não “acabar” num instante levantou-a fazendo com que se sentasse devagarinho, de costas para ele. Ela deixava-se cair lentamente à medida que ia sentindo aquele instrumento aveludado entrar dentro de si. M sentia aqueles lábios abrirem-se mais como se fossem rasgados pela ponta da sua espada.

Todo enterrado! Ela pára e, completamente encaixada nele, começa a fazer movimentos circulares com as ancas deixando M completamente zonzo. Maria inclinou-se um pouco para a frente e começa a fazer movimentos de vai-vem. Eu via aquilo, cada vez mais entusiasmado pois até estava a fazer um filme do acontecimento e também não me detive e larguei tudo, coloquei-me atrás dela, de rabo virado para ele e não fui de modas. Então se a frente está impedida…cá vou eu!

Bem pensado, melhor executado. Mais uma dupla penetração! Não tínhamos nunca pensado numa quanto mais em duas. Nunca tal eu tinha imaginado, quanto mais Maria! Com este ritmo onde iriamos parar…

Páramos e não foi preciso muito mais, pois a minha Maria excitou-se de tal forma que parecia que ia rebentar. Nós fomos menos fortes e viemo-nos os dois para ela, não sem antes lhe arrancarmos um daqueles orgasmos onde ela parou e gritou “ NÃO, vveeeenhooo-me” .

Rebentados, satisfeitos e deleitados, abraçamo-nos até ouvirmos bater à porta…adormeceramos e já eram quase três da tarde. O chek-out era até ao meio-dia.

Assarampatados, arrumamos tudo atabalhoadamente, tomamos um duche super rápido e “ala” que se faz tarde. Todos embora dali a correr.

M tinha pedido que lhe alugassem um carro e estava já ali à espera dele.

Nós entramos no nosso carro e fomos à nossa vida, rumo a casa para descansarmos do descanso.

Correu tudo melhor do que tínhamos planeado. Fizeram-se coisas que não imaginávamos. Tínhamos gostado e estávamos dispostos a repetir. Viemos o caminho de regresso sempre a falar no “assunto” e paramos duas vezes em descampados para “afogar as nossas mágoas”. Acabámos o servicinho em casa onde já sem forças para tal adormecemos agarrados como nunca.

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