Na busca de um jardim perdido

Íamos na busca do jardim perdido, do paraíso da #%&%$# natural… e eis que encontramos o sítio-quase-que-perfeito, sentamo-nos. Um ao lado do outro. Ele começa a dar instruções: “Ora bem, eu fico sentado, abro a breguilha, tu afastas a tanga para o lado, levantas a saia para o outro, sentas-te em cima do meu pau, enterrando-o todo. Com os pés juntos para o outro lado. Se vier alguém paramos e beijamo-nos”

Primeiro faço-lhe um broche. Já há muito tempo que estavas a pedi-las, e sei que ficas logo com esse caralhão em pé pronto a #%&%$#-me toda. Ele ajuda-me a abrir a breguilha, põe o #%&%$# para fora, e começo a santíssima mamada – “issssso! sou todo teu!”, “vá senta-te”.

E sentei-me. Enterrei-o todo na minha #%&%$# profunda até aos tomates. “Hummmm, tão bom! Está tão duro!” E que começo o movimento ascendente e descendente, bem devagarinho para não dar muito nas vistas. Ele agarra-me pela cintura e ainda carrega-me para baixo com força porque sabe perfeitamente que é com ele todo lá dentro que me venho. Com força.

“Ahhhhhh, ainda me levanto e levas já aqui umas com força!” – diz ele quase a explodir. “Chiuuu, que vem lá gente.” – digo eu, quando reparo nuns transeuntes a aproximarem-se. Passam por nós, olham, mas que permanecemos imóveis aos beijos, com ele metido cá dentro refugiado e tão duro. “#%&%$#ssee” – digo eu, que apanhei esta mania de dizer #%&%$#ssse quando estou mesmo a gostar.

“Vá, agora muda de posição.” – “Humm, como?” – “Abres-te toda e sentas-te de frente em que ficamos cara a cara. E mexes-te para cima e para baixo.” – “Ok, cá vai”. Mas não antes de te espetar todo, com uns movimentos fortes em cima desse caralhão insaciável.

Mudei de posição, esta muito mais descarada, quem nos visse ao longe percebia de imediato a #%&%$# que estávamos a dar. Ele agarra-me novamente na cintura e carrega-me com força para baixo. Se os tomates fossem providos de aparelho respiratório, há muito que tinham morrido, sufocados e asfixiados de tão enterrados na minha #%&%$# com fluidos vaginais à tona! #%&%$#sse!

Eis que surge mais um transeunte. Este percebe claramente do que se está a passar. E não acredita no que está a ver. Pára e olha-nos. Paramos. Continuo com ele cá espetado bem enterrado à espera que o voyeur se vá embora. Mas não foi. Deu a volta ao jardim e ficou por detrás de uma árvore a espiar-nos. Ele não consegue conter-se e dá-mas. “Olha que ele está a ver-nos” – disse eu. “Ok, então vamos andando.” – diz ele.

Caminhamos. Ainda excitados, queremos mais! E à medida que andamos, vamos procurando sítios prováveis e convidativos para a próxima #%&%$#. Recantos, prédios em construção, próximo jardim, já tínhamos a mente completamente invadida pela #%&%$# em locais públicos.

“Olha, é já aqui!” – diz ele. Entramos, está completamente escuro, é um prédio antigo mas muito bem conservado, com a secretária vazia do porteiro à entrada. Entramos, perguntamos se está alguém e vamos subindo as escadas do prédio. Eu fico no 1º (ou 2º?) andar, na varanda de frente à porta por onde entramos, que ele continua nos andares seguintes, assegurando-se que não há ninguém. E não há.

Dirijo-me a ele, novo broche. Mamo-lhe até ficar duro como gosto, outra vez. Viro-lhe o cú, fico debruçada na guarida da varanda que acede ao hall, ele levanta-me o sobretudo, a saia, afasta a tanga para o lado e enfia-me todo. “Ahhhhhhh #%&%$#sssse!” – e vim-me instantaneamente. Ele continua a dar-mas. Estou de pernas abertas, com o cú empinado para trás, debruçada na guarida e ele a dar-me uma forte á canzana, e tu sabes como eu gosto à canzana. É aquela posição em que o #%&%$# entra todo e toca de imediato profundamente no meu ponto G, e que continua a tocar vigorosamente independentemente do movimento. Mas com força o clímax é maior. É por isso que digo sempre “com força”. Porque quando me dão com força, parece que essa força toda, é transformada em poder que passa totalmente para a minha rata como de uma descarga eléctrica se tratasse. E gera orgasmo. Múltiplo.

#%&%$#ssse!” – digo eu anunciando o mais recente orgasmo. E ele insiste. Dá-mas ainda com mais força. “Ah ah ahhhhhhhhhhhaaaahahaaaaaaaahhhh!”

Não me lembro se ele se veio ou nao… bem, por algum motivo aparente paramos, e solto um ganda #%&%$#ssse da #%&%$# que tinha acabado de levar. E digo-lhe “Fode-me agora de frente” – “Deixa cá então mudar de preservativo” – e ouve-se uma porta a abrir no 3º andar. Vestimo-nos e arranjamo-nos (dentro do possível) para sairmos dali sem ser apanhados. Mas não saiu ninguém.

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