O que gostávamos que acontecesse

Este conto é escrito por nós. Não aconteceu na realidade, mas são estas as nossas fantasias para um início. A ver se um dia concretizamos coisas no género…
Espero que gostem do conto e vos excite, como a nós nos excitou imagina-lo e escreve-lo.

Como tudo come̤ou РCasal Plural

Vamos então contar-vos como o Pedro foi corno pela primeira vez.
Tudo começou como uma fantasia. Somos um casal que gosta de experimentar coisas novas quando faz amor, e, naturalmente, um dia surgiu a fantasia de imaginarmos que a Sandra estava com outro na cama. Ambos sentimos muita tesão ao fantasiarmos com isso e acabamos por ter ambos um orgasmo muito forte. A partir daí, a fantasia foi crescendo, fomos sempre fantasiando sobre o tema, e começamos a pesquisar na internet coisas sobre esta fantasia. Deparamos-nos com a definição cuckold, ou no português corno manso, e gostamos do que lemos. A partir daí a fantasia tomou um novo rumo.

Já não fantasiávamos apenas que a Sandra estava com outro num género de menage a trois, mas sim que o Pedro era transformado num corno, que via a Sandra com outro homem e gostava. Tudo não passava neste momento de fantasias para apimentar a relação. Nunca nos tinha passado fazer alguma coisa na vida real. No entanto, com tanta excitação que isso nos provocava, começamos a falar na hipótese de um dia isso acontecer realmente e essa possibilidade ficou em aberto num futuro.


Enquanto algo não ocorria e devido a essa fantasia, fomos fazendo pequenas brincadeiras, que passavam pela Sandra levar roupas ousadas quando saiamos os dois e deixar por vezes antever as suas ligas ou cuequinhas num bar, esplanada, etc. Era fácil, bastava sentar-se de forma distraída (assim pensava quem via), e deixar à mostra essas marcas de sensualidade.


A Sandra é uma mulher muito sensual. Tem uma estatura mediana para mulher, um traseiro muito redondinho e umas mamas com um formato fantástico, que as tornam destacadas e fazem parecer maiores do que o que são, embora elas tenham o tamanho ideal. Quando os homens viam uma mulher destas, ainda por cima com lingerie à vista, ficavam tolos e por vezes nem conseguiam disfarçar que olhavam. Nós, fazíamos que não reparávamos e assim o Pedro sentiu pela primeira vez o inicio dos cornos a crescerem.


As brincadeiras e as fantasias continuavam, mas nunca avançamos com mais nada, até que um dia, o inevitável aconteceu: a Sandra encornou o Pedro pela primeira vez.
Foi num dia de final de Inverno, mas já com Sol a brilhar, resolvemos aproveitar a manhã de Domingo e fazer o que fazem alguns portuenses nessas manhãs, dar uma volta no Parque de Serralves.


Após a visita obrigatória ao museu, fomos dar uma volta pelo parque e procuramos um banco agradável para sentar um pouco a sentir os raios de Sol e a namorar. Descobrimos um local agradável onde tinha 3 bancos, a meio da escadaria para o lago central e resolvemos que ali estávamos bem. Sentámos no banco mais à esquerda e a Sandra estava à minha direita. Os beijos começaram naturalmente, já que gostamos muito de namorar e o encanto do jardim faz magia nos apaixonados. Entretanto, no banco mais à direita, sentou-se um homem, aparentando cerca de 35 anos, que lia um jornal. Nós pouco ligamos ao facto, e continuamos a namorar.

Os beijos deixam-nos bastante excitados e o Pedro estava com uma erecção, enquanto a Sandra tinha já os mamilos duros e aguçados. Como a Sandra trazia saia, uma saia branca de trespasse, e como o Pedro lhe fazia caricias nas pernas, a liga foi ficando visível lateralmente de forma inocente. A meio de um beijo o Pedro reparou que o rapaz estava a olhar por entre o jornal para as pernas da Sandra. O Pedro contou ao ouvido da Sandra o que viu, e ela sorriu e olhou disfarçadamente para o rapaz. A fantasia veio, obviamente ao de cima, e começamos a cochichar, se aquele homem seria interessante e como seria excitante que se passasse alguma coisa, tudo isto, sem nenhum objectivo de por em pratica realmente naquele momento.

A Sandra disse ao Pedro que o homem era interessante e que não se importava de dar uns beijos com ele, e o Pedro disse a Sandra que adorava ver isso. Em toda esta conversa e fantasia, dita em sussurro, a excitação ia aumentando, estávamos a ofegar e a dar beijos cada vez mais intensos. O Pedro esqueceu que o rapaz estava ali e meteu a mão por debaixo da saia e esfregou o grelo da Sandra, que soltou um gemido. Aquele gemido fez-nos lembrar que o rapaz estava ali e olhamos ambos para ele.

Ele tinha baixado o jornal e olhava para nós. Trocamos sorrisos e o homem disse:
-Não se atrapalhem comigo, estejam à vontade. Se quiserem eu vou para outro lado par estarem à vontade.
-Não é preciso, nós é que pedimos desculpa por estarmos tão carnais. Sabe que este solinho puxa… – Disse o Pedro.
-Fazem vocês muito bem! Tolo é quem não aproveita. Um Sol tão bom e uma companhia tão agradável…
A Sandra sorriu perante o elogio e o Pedro disse:
-Realmente a minha esposa é muito agradável, concordo com o senhor.
-Senhor não! Assim fico velhote! Chamo-me Edgar.
-Eu sou o Pedro e a minha esposa ̩ a Sandra. РNesse instante a Sandra surpreendeu e levantou-se, indo dar 2 beijinhos ao homem e dizendo:
-Prazer. РPedro tamb̩m se levantou e cumprimentou o novo conhecido.
Ainda connosco de pé, começamos uma conversa sobre Serralves e como era agradável o parque, especialmente nos dias de Sol. Enquanto a conversa seguia, o homem não tirava os olhos do corpo da Sandra. Ela estava em pé à frente dele e ele olhava para a anca e para as pernas enquanto falava. Como a conversa estava interessante, resolvemos sentar no banco do Edgar. Quem tomou a iniciativa foi a Sandra, que muito naturalmente sentou-se no meio do banco, sentando-se o Pedro na outra ponta. Sandra estava no meio dos dois e a conversa continuava, sobre banalidades e as notícias que faziam a actualidade. De vez em quando a liga da Sandra ficava à vista e o rapaz até estremecia. Já ninguém podia esconder que estava um clima de tesão no ar entre todas as partes. Foi então que Edgar parece ter ganho alguma coragem e fez um elogio à Sandra, dirigindo-se a Pedro. Disse:
РṆo leves a mal eu dizer isto Pedro, ̩ sem nenhuma inten̤̣o, mas a Sandra ̩ uma mulher muito bonita.
-Eu sei, tenho bom gosto. РRespondeu o Pedro com uma gargalhada, e a conversa continuou. Numa dada altura Pedro e Sandra trocaram olhares e Pedro acenou disfar̤adamente que sim com a cabe̤a. A cumplicidade entre ambos tem destas coisas e ambos perceberam que podia acontecer alguma coisa ali e que o Pedro estava de acordo. A partir desse momento a Sandra virou-se mais para o Edgar e o Pedro manteve-se mais calado. A conversa ficou quase exclusiva entre eles os dois.

Por duas vezes o Edgar pousou disfarçadamente a mão sobre a perna da Sandra, como se estivesse distraído. Tudo estava em andamento… o coração de Pedro batia rápido e ele pensava “Será que vou conseguir aguentar? É mesmo isto que eu quero?” mas a excitação dava-lhe força e a decisão dele estava tomada. Se surgisse a oportunidade iria ser hoje corno manso. Como a conversa estava cada vez mais centrada na Sandra e no Edgar, Pedro pediu o jornal emprestado a Edgar e começou a ler, sempre prestando atenção ao que se passava a seu lado. E tudo começou… de repente, sem aviso prévio, Sandra e Edgar trocavam um beijo, e outro, e outro, e o linguado veio logo a seguir, primeiro tímido, depois sôfrego, com muita língua e bem abraçados.

O coração da Sandra batia forte, parecia que lhe ia sair do peito. Pedro afastou-se para o banco central, para não parecer mal e ficou por ali, fingindo ser um estranho a ler o jornal, enquanto um casal de namorados aproveitava este primeiro Sol de Inverno. No entanto Pedro não perdia nada pelo canto do olho. Nas suas calças o seu pénis parecia querer explodir, de tanta tesão. Sentia pena de não se poder masturbar, mas por outro lado sabia que se se viesse talvez não conseguisse suportar a cena. A única coisa que permita que Pedro conseguisse desfrutar daquela situação de ser corno era estar excitado, pois assim superava a dor que aqueles beijos na sua amada causava.

Que ninguém tenha ilusões, ser corno doí, e só a tesão fazem com que essa dor seja prazer. No banco ao lado, indiferentes a estes pensamentos do Pedro, os dois “namorados” continuavam a beijar-se e Sandra tinha passado para o colo do Edgar, que ia apalpando as mamas por cima da camisa castanha que ela trazia.

A sua mão entrou então dentro da camisa, desceu um pouco as copas do soutien e começou a apalpar-lhe a mama e a brincar com o mamilo, enquanto brincava também com a língua dentro da boca dela. Sandra estava muito excitada com tudo o que estava a acontecer. Excitava-se com o que Edgar lhe estava a fazer e com a tesão que sabia estar a provocar ao seu Pedro. Sentada no colo do Edgar, podia sentir o pau deste a pressionar-lhe a coxa, mostra evidente que ele também estava muito excitado.

E estiveram assim ainda algum tempo, beijando-se e o Edgar a mexer-lhe nas mamas. Quando passava alguém, ele tirava a mão e beijavam-se, voltando a atacar os mamilos mal estavam sozinhos. Sozinhos como quem diz, porque no banco ao lado o corno babava-se de tesão e esfregava ligeiramente o pénis por cima das calças.


Ali ao lado, Edgar estava mais confiante e começou a acariciar as pernas da Sandra por debaixo da saia, passando a mão nas coxas, enquanto com a outra mão a puxava para si. Lentamente foi subindo, até que chegou à rata da Sandra, sentindo as cuequinhas rendadas cor-de-rosa todas molhadas.

E as cuequinhas foram afastadas par o lado, e o dedo de Edgar brincou na ratinha rapada da Sandra, dando especial atenção ao clitóris, já muito estimulado por toda a situação. Sandra deixava escapar um ou outro gemido e isso enchia Pedro de excitação. De onde estava via completamente a mão de Edgar por dentro da saia e imaginava onde tocava ele… na ratinha da sua querida, no local de amor onde ele se deleitava, estava agora o dedo de um estranho. Sandra abriu a braguilha de Edgar e meteu a mão lá dentro, sentindo um pau muito duro.

Não podia manobrar muito, pois tinha a mão apertada e não queria tirar a pila para fora para ninguém ver o que estava a acontecer nesse jardim publico, mas pelo menos poda sentir o pau do Edgar e passar-lhe a ponta do dedo pela glande. Edgar, muito excitado, aumentou o ritmo dos movimentos na ratinha de Sandra, que parecia já não aguentar muito mais. Pedro, que a conhecia, já sabia o que vinha a seguir… Sandra rebentou num violento orgasmo, gemendo muito e não controlando os sons. Depois, retirou com violência a mão de Edgar da rata (ficava muito sensível quando se vinha) e fez uma série de movimentos pélvicos em direcção ao seu amante.

O ritmo dos beijos foi diminuindo. Sandra tirou a mão de dentro da braguilha de Edgar, olhou para o Pedro, sorriu, e este, fez-lhe sinal para irem embora. Precisava de estar com Sandra, pois estava a sentir grande vontade de a beijar. Ela virou-se para Edgar, deu-lhe um beijo e disse:
– Tenho de ir.
Edgar compreendeu, deu um ultimo beijo em Sandra e largou-a. Percebeu perfeitamente o que se tinha passado ali e que agora era altura da mulher com quem curtiu ir para o seu querido corno.


Despediram-se como se nada fosse, o Pedro nem olhou para o Edgar e saíram os dois daqueles bancos. Caminharam um pouco pelo jardim em silêncio e quando chegaram a uma zona isolada com um banco, Pedro sentou-se, puxou Sandra para si e beijamos-nos loucamente. Sandra meteu a mão esquerda dentro das calças do Pedro e começou a masturbar-lo. Lembrou-se de coisas com que tinham brincado nas fantasias e chegou a mão direita ao nariz do Pedro, de forma a este sentir o cheiro do macho que o tinha encornado. Mal o aroma do pénis do Edgar chegou às narinas do Pedro, o cérebro interpretou o cheiro e codificou na palavra “corno”. Pedro veio-se, sujando as calças e boxers por dentro e encharcando a mão de Sandra.

O resto do dia passaram-no em grande. Muito namoro, muita partilha, muita brincadeira… De noite, já em casa, fizeram amor de forma apaixonada e muito cúmplice. Afinal, os medos de ambos não tinham razão de ser. O facto de a Sandra ter encornado o Pedro na sua presença não destruiu a relação, nem criou cicatrizes. Ambos continuavam apaixonados e confiantes no seu amor, e o Edgar não tinha despertado nenhuma paixão em Sandra, mas era apenas uma lembrança de tesão que o casal tinha. Pedro tinha os seus primeiros cornos, e só agora é que começaram a crescer…

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