A NOSSA PRIMEIRA VEZ

Como toda gente que anda neste meio, tem sempre que se começar por algum lado e, no nosso caso, conhecemos um casal com quem tivemos uma boa dúzia de encontros, no entanto sem nunca nada daí resultar de concreto.

Apesar de serem muito boas pessoas, de nos darmos bem e termos muitos gostos comuns quando chegava a hora “H”, o sexo propriamente dito não acontecia. Perdia-se a química, o encanto e alguma excitação que houvesse. Nada resultava. Filmes, jogos, toques, beijos. Faziam-se fotos, íamos até de férias juntos mas tudo não passava quase nunca de um primeiro encontro. NADA resultava, NADA acontecia. O tempo foi passando e fomo-nos afastando tendo ficado apenas uma boa amizade.

Um dia, estando de férias e sem nada de interessante para fazer, ligamos o portátil e sem que esperássemos, recebemos um e-mail de um amigo que tínhamos conhecido em tempos idos e com quem partilhávamos uma certa simpatia. Tinha uma conversa interessante com a qual nos identificávamos e partilhava também muitas das nossas ideias, fantasias e ideais. Acresce ainda que a minha esposa sentia uma certa atracção por ele e em determinada altura conversamos sobre algumas brincadeiras que um dia podíamos ter. Nesse dia convidava-nos para sair não adiantando mais nada e fornecendo apenas um novo número de telemóvel.

Não demoramos muito a decidir e ligamos-lhe. Conversa puxa conversa e palavra puxa palavra e fomo-nos encontrar com ele.

Morando ele na margem sul do Tejo e gostando todos do Meco marcámos encontro para lá.

Estávamos a meio da semana e no final do dia quando lá chegámos. Fomos tomar uma bebida num bar ali perto.

Sentámo-nos confortavelmente numa esplanada que por sinal até nem tinha muita gente. Fomos tomando uma bebida e outra e falamos, falamos e falamos. As horas voaram sem darmos conta. Ele não tirava os olhos da minha esposa e ela observava todos os gestos e movimentos que ele fazia. Ela encantara-se com a presença física dele e ela mirava bem as pernas dela bastante descobertas dado a saia mais curta que usava nesse dia.

A noite corria e a esplanada enchia cada vez mais e já não estávamos a conversar tão à vontade como de início e fomos de novo até à praia. Sentamo-nos quase á beira-mar onde corria uma leve brisa que fazia com que Maria sentisse alguns arrepios. Lisonjeiro e cavalheiro o nosso amigo ofereceu-lhe a sua camisa para que ela a pusesse pelas costas e fez com que ela ficasse sentada no meio de nós dois.

Aos poucos e com a conversa a aquecer, Miguel colava-se a ela e para nossa surpresa víamos que ele lhe começara a fazer festas nas pernas. Ela, nervosa, tremia e eu também não estava à vontade. Ele voltava à carga e, desta feita, beijou-lhe o pescoço. Intrigados, olhamo-nos e ficou-se por ali. Sem muito mais conversas abandonamos o local e despedimo-nos.

Dirigiamo-nos a casa e já ecoava o som do meu telemóvel que acabara de receber uma mensagem. Era um convite daquele que tínhamos deixado à pouco para trás.

Maria lia-me a mensagem em voz alta. Era um convite para passarmos o Sábado seguinte com ele, em casa dele e que mais tarde adiantaria os pormenores. Acabou de ler e sem hesitar aceitou.

Chegamos a casa e ela começou a dizer que tinha aceite, até para ver o que aconteceria, e até onde poderíamos ir pois não se sentia bem consigo própria pensando sempre que havia algo de errado com ela pois tudo o que tínhamos imaginado ou tentado com o casal que conheceramos, nada resultara. Inclusivé culpabilizava-se, acabando por vezes por causar mau estar e um clima de tensão entre nós.

Já era Sábado e estávamos a caminho da casa de Miguel, ambos ansiosos por chegar à sua morada. Fomos recebidos com a simpatia, elegância e simplicidade que o caracterizavam. Conhecemos a casa e detivemo-nos na cozinha onde tomamos uma bebida. Os olhos dele passeavam pelo corpo de Maria enquanto elogiava continuamente a sua forma de vestir, de se produzir, bem como a sua beleza. Passámos à sala e instalámo-nos confortavelmente nos sofás de onde podíamos admirar um concerto que passava no ecrã e que coloria aquele ambiente. A música serviu de tema para começarmos a conversar que aos poucos nos levava de encontro ao assunto do dia – a nossa presença ali. À nossa frente uma mesinha de apoio cuidadosamente ornamentada. Uma garrafa de vinho ia sendo deliciosamente degustada.

Às tantas ele levantou-se e baixou a intensidade da luz e aproximou-se de Maria enaltecendo uma vez mais a sua beleza e a sua estampa física.

Aos poucos chegava-se para ela até ficar literalmente colado a si. Olha fixamente os seus olhos, à medida que íamos falando de nós, das nossas pretensões e desejos. A sua mão trepava agora pelas pernas dela, acariciando-a e, de vez em quando subia pelo tronco acima tomando de assalto o peito dela. Maria estava a ficar com muito calor e deixava-se escorregar pelo sofá abaixo. Eu ia observando, curioso pelo que se iria passar. Maria suspirava e ajeitava-se para ele.

Aproximei-me dela e beijei-a, enquanto lhe desapertava a blusa e deixava o peito descoberto, quase lhe saltavam para fora os mamilos entumescidos pela excitação que cada vez mais ela sentia.

Levado pela maré, desapertei-lhe aquele espartilho que albergava aquelas mamas que quase pediam para serem libertadas. Miguel não se fez rogado e segurou-as. Sabiamente foi beijando uma e outra, sugando-lhe aqueles bicos cada vez mais duros. A cada mordiscadela que lhe dava ela respondia com espasmos de prazer.

Colado a ela partilhava com Miguel as suas mamas. Chupávamos com algum vigor aqueles montes eróticos e – não sei o que me deu na altura, mas pensando à distância acho que fui apenas levado pela temperatura ambiente – meti uma mão no baixo-ventre dela e pude senti-la alagada de tal forma que afastei a cuequinha para o lado e ofereci ao Miguel aquela rata rosadinha e bem rapadinha. Os seus lábios entreabriam-se e do seu interior escorria a seiva que a excitação comanda. Os olhos dele faiscavam com o espectáculo oferecido.

Lentamente foi-se afastando dela até ficar de joelhos. Tomava ela agora as rédeas da acção. Num ápice beija-lhe a fenda latejante e tirou-lhe as cuecas, olhando-a demoradamente nos olhos enquanto a sua língua sorvia todo aquele líquido e entrava aos poucos no braseiro que a queimava.

A língua entrava e a saía da sua vagina e presenteava-lhe o clitóris com a pressão da sua língua. Aos poucos a sua respiração alterava-se, tornando-se superficial e rápida.

Baixava agora o fecho das minhas calças e tirava para fora o meu instrumento que estava perdido de tanto tesão com a situação de estar a ver o que ele lhe fazia. Fiquei ainda com ele mais grosso até que ela o meteu todo na boca e começou a mamar com um desejo que até parecia que o queria comer. Fazia-o de uma forma tal como se nunca tivesse visto uma piça à frente. Ela delirava. Estava completamente fora de si. Aquela situação que muitas vezes imaginara tornara-se real. Estar ali à mercê de dois homens deixa-a desconcertada, completamente louca de desejo. Afinal aquilo tinha que se bom.

Movendo-se devagar arrastou-me consigo e abriu lhe as calças e despiu-lhas deixando que ficasse à mostra uma forte ereção. Ficámos os três muito juntos e ele sentou-se ao lado dela começando a mexer-lhe nas mamas e apertando-lhe os mamilos que se arrepiavam a cada toque mas de vez em quando sentia a mão dele roçar-me na gaita.

As mãos dele deslizaram pelas ancas dela e desciam até ao sexo dela onde ele, sem cerimónia, lhe introduziu um dedo e depois outro para depois lhos dar a chupar, tendo-se ela excitado com o seu próprio sabor. Baixou-se novo e ajoelhou-se no chão. Maria agarrou-o pela cabeça puxando-o para lhe lambesse o sexo ao que ele correspondeu melhor que ela esperava.

Miguel agora “não lhe perdoava” e lambia-a o melhor que podia e sabia e o corpo dela correspondia e contorcia-se languidamente. Aproximei-me da boca dela e ela, gulosamente, abocanhou-me o membro, chupando cada vez com mais intensidade. Senti-o a tocar na sua garganta enquanto Miguel lhe abria cada vez mais as pernas e o sexo e mergulhava bem fundo.

Ao fim de algum tempo ela não podia mais com tanta excitação, sem perder tempo, agarrou o pénis de Miguel e quase que o comeu de tanto tesão. Virada para mim, completamente nua, escancarava-se toda convidando-me a possuí-la.

Ajoelhava-se no sofá, chupando à vez cada um de nós. Depois lambia-nos em simultâneo. Estávamos também delirantes, em especial eu, pois era a minha primeira vez numa situação daquelas. Olhamo-nos e começamos a chupar-lhe as mamas.

Enquanto isso ela já se masturbava, gemendo a bom som, demonstrando a sua excitação. Miguel passou a dar-lhe o pau para chupar e ora o metia na boca, ora o esfregava na cara. Certo é que o corpo dela estremecia a cada toque. A boca dela quase engolia a gaita dele e eu sentara-me no chão deixando aquela rata escorrer para a minha boca. Aquilo estava ao rubro com todos deliciosamente excitados.

Miguel arrebatou-a para o colo dele e mergulharam para o sofá enquanto eu os observava num delicioso 69 e masturbava-me sem dar conta. Eu tentava apalpar-lhe as mamas. Ele agora lambia-lhe furiosamente a ratinha. Passava os dedos nos lábios e introduzia a língua naquela fenda em brasa e saboreava aquele petisco o melhor que podia e sabia.

Eu, inclinei-me para a frente puxando-a para mim. Os seus cabelos tapavam-lhe completamente o rosto. Afastando-os, meti-lhe o pau na boca. Ela chupava-o com força eu testava a boca e a língua dela mas contorcia-me com as manipulações dela. Agarrava-lhe o cabelo e descobria-lhe a face para ver bem o que ela fazia. Via a boca dela deslizar para cima e para baixo à medida que a tesão crescia e empurrava-lhe o membro até ao fundo da garganta. Tirei-o da sua boca mas fiquei perto dela a masturbar-me enquanto observava Miguel que cada vez a punha mais doida de desejo.

De súbito vejo-a levantar-se deixando Miguel prostrado. Comecei a descer e dirigi a língua ao sexo dela e com a perícia que julguei ter, lambi até quase ficar sem ar. Enterrei-lhe bem a língua até me doerem os maxilares. Ela estava encharcada, escorria pelas pernas abaixo e eu lambuzava-me todo nela. Espalmei bem a língua contra naquele grelinho inchado e mais que teso, ao passo que Miguel agora lhe chupava as mamas, mordiscando-lhe repetidamente os mamilos, coisa que a deixava fora de si.

Ela mandou-se literalmente para cima do sofá e pediu com voz rouca que a comesse.

Ela tinha ali dois homens na sua frente entreolhando-se, intrigados, pois não sabiam a quem ela estava a “pedir alimento”.

Decididamente “saltei-lhe para cima” e cegamente o meu mais que tudo entrou-lhe de uma assentada fazendo-a soltar um gemido. Ao mesmo tempo tomava a gaita de Miguel como sua e chupava-a, lambia-a, mordiscava-a com tanta gula que até se engasgava. Estava a “comê-la” e metia-lhe o mais fundo que conseguia. Miguel também lhe “comia” a boca, fazendo movimentos de vai-vem, cada vez mais apressados.

Não demorou muito para que nos viéssemos os dois, enquanto ela arfava e arfava de tanto desejo, e tanto gozo que se vinha mas não chegava para apagar todo aquele fogo que nós ateáramos.

Caímos os dois no sofá, um para cada lado dela que se encontrava de perna aberta com a rata latejante e vermelha dos mimos que fora alvo.

Ficámos estáticos durante alguns momentos e depois, um de cada vez, levantamo-nos, limpámo-nos e compusemo-nos.

Lentamente, começamos a falar e a trocar algumas palavras sob o sucedido. Eramos novatos naquela situação e não saíamos se havíamos de falar mais, se deixar para depois, enfim não sabíamos como reagir e aos poucos fomos arranjado maneira de sair da casa do Miguel pois estávamos sem jeito nenhum de continuar ali.

Finalmente despedimo-nos e viemos embora. Entrámos no carro e pelo caminho falámos mas estávamos um bocado confusos, contudo ela não se satisfizera e estava ansiosa por chegar a casa para poder ficar aliviada de tudo aquilo que sentia. Não conseguimos chegar a casa sem, antes de entrar na auto-estrada, parar num estacionamento vazio e mal iluminado. Detive a marcha do carro e ela, prontamente, “correu” a desapertar-me as calças e logo me chupar o pau. Chupou, chupou e chupou, até me fazer sair do carro e ir para o banco de trás onde se escarranchou em cima de mim, não dando quase tempo nem a respirar. Estava de tal forma “endoidecida” que volvidos nem uns três minutos já se estava a vir pela segunda vez.

A chegada a casa foi vista com alegria. Estávamos cansados, mas a cama não ficou sem se mexer durante cerca de mais uma hora. Agora estava eu de roda dela que me excitara ainda mais. Tive direito a tudo … e ela também. Finalmente adormecemos.

Depois desse dia não voltámos a ser os mesmos. Não mudámos de vida, não se alteraram os sentimentos de um pelo outro mas passámos a encarar estas coisas com mais intensidade e mais gosto.

Foi o despertar para outros prazeres do sexo.

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